APREGOAI SOBRE OS TERRAÇOS! (Mt 10,24-33) – Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.

papa franciscoNeste Evangelho, Jesus utiliza um duplo contraste: escuridão X luz do dia; ao pé do ouvido X sobre os telhados. Ele fala de “exposição”. Uma exposição da Boa Nova que expõe igualmente aquele que a anuncia. Isto é, evangelizar inclui um risco pessoal. O Evangelho de Cristo não combina com o medo e a prudência humana. Basta ler os Atos dos Apóstolos e verificar a que ponto chegou a ousada imprudência dos primeiros cristãos.
Na homilia de 14 de abril de 2013, 3º Domingo de Páscoa, o Papa Francisco pregava:
“Encontramo-nos sobre o túmulo de São Paulo, um Apóstolo humilde e grande do Senhor, que O anunciou com a palavra, testemunhou com o martírio e adorou com todo o coração. É precisamente sobre estes três verbos que queria refletir à luz da Palavra de Deus que escutamos: anunciar, testemunhar, adorar.
1. Na primeira Leitura, impressiona a força de Pedro e dos outros Apóstolos. À ordem de não falar nem ensinar no nome de Jesus, de não anunciar mais a sua Mensagem, respondem com clareza: ‘Importa mais obedecer a Deus do que aos homens’. E nem o fato de serem flagelados, ultrajados, encarcerados os deteve. Pedro e os Apóstolos anunciam, com coragem e desassombro, aquilo que receberam: o Evangelho de Jesus.
E nós? Somos nós capazes de levar a Palavra de Deus aos nossos ambientes de vida? Sabemos falar de Cristo, do que Ele significa para nós, em família, com as pessoas que fazem parte da nossa vida diária? A fé nasce da escuta, e fortalece-se no anúncio.
2. Mas, façamos mais um passo: o anúncio de Pedro e dos Apóstolos não é feito apenas com palavras, mas a fidelidade a Cristo toca a sua vida, que se modifica, recebe uma nova direção, e é precisamente com a sua vida que dão testemunho da fé e anunciam Cristo. […] Não se pode apascentar o rebanho de Deus, se não se aceita ser conduzido pela vontade de Deus mesmo para onde não queremos, se não estamos prontos a testemunhar Cristo com o dom de nós mesmos, sem reservas nem cálculos, por vezes à custa da nossa própria vida.
Mas isto vale para todos: é preciso anunciar e testemunhar o Evangelho. Cada um deveria interrogar-se: Como eu testemunho Cristo com a minha fé? Tenho a coragem de Pedro e dos outros Apóstolos para pensar, decidir e viver como cristão, obedecendo a Deus?”
Orai sem cessar: “Eu te louvarei entre os povos, Senhor!” (Sl 57,10)
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